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o Paiol do Funchal

 
O edifício circular é o Paiol, onde outrora se guardava material de guerra. Durante muito tempo esteve desativado. Há alguns anos foi recuperado e está a ser gerido com outras funções pelo Núcleo do Funchal da Liga dos Combatentes, depois de um protocolo assinado com o Exército.

casa solitária



 
 Uma casa solitária algures num terreno abandonado em SĂŁo Martinho. A linha cinzenta que se vĂŞ quase a entrar pela casa vazia Ă© a via rápida. E, na elevação mais visĂ­vel, está o Pico dos Barcelos, com o seu miradouro com vista para toda a cidade.

edifĂ­cios antigos da cidade



 
Ontem mostrei aqui um edifício que já conheceu muitas vidas. Hoje mostro outros que também são antigos mas que continuam a ter vidas, embora alguns ainda continuem a aguardar destinos.

edifĂ­cios que hospedam apenas o tempo que passa

 
Rezam as crónicas que em tempos estas janelas fizeram parte de uma unidade hoteleira. Hoje estarão a hospedar o tempo que passa sem que vejam vidas por ali. Um dia, talvez. O edifício está confinado pela Avenida Arriaga, e as ruas das Murças e da Alfândega.

torres da cidade

 
Diria que sobressai nesta fotografia o nĂşmero de torres que apresenta.
Em primeiro plano vemos a torre da igreja do Colégio. À esquerda, temos a torre da Câmara Municipal do Funchal. E, entre ambas, a torre do edifício das Finanças, na esquina entre a Rua 31 de janeiro e o Largo do Phelps.

as linhas dos telhados

 
Estes edifícios em São João já foram tanta coisa. Ou melhor, a sua utilização já serviu para muitos fins. Mas fiz esta fotografia não por essa razão e sim pelas linhas dos telhados. Achei interessante.

o edifício que deverá receber um novo hotel

 

Este edifício era uma antiga unidade industrial. Está desativada há muitos anos. Foi adquirida recentemente por um empresário da construção que decidiu apostar mais forte na hotelaria. Por isso mesmo, tudo se conjuga para que venha a ser um novo hotel de cidade, com uma localização privilegiada, a dois passos do centro, da avenida marginal, da Zona Velha e de um dos principais ícones da cidade e da ilha que é o Mercado dos Lavradores.

a natureza emerge entre a obra humana

 

Apenas referir que está árvore em flor, embora não sendo das mais exuberantes que pintalgam a cidade, acaba por ter algum encantou entre estes telhados.

casas com localização privilegiada

 

Casas de qualidade com localização privilegiada a sul do Pico da Cruz. Dali nada tapa a vista para o mar.

construções



As palavras sĂł adensarĂŁo os excessos que esta fotografia evidencia, de um lugar localizado numa das entradas da Rua do Alto do Pico.

a cidade e a sua arquitetura



A cidade do Funchal vai do mar à serra. Nesta fotografia sobressai, pela sua altura, o edifício de apartamentos conhecido como prédio da caixa. É uma edificação dos anos 60 que ainda se mantém atual.
Mais acima vemos uma ponte que passa sobre o Caminho do Comboio. Faz parte da via rápida que segue em direção a leste. E subindo mais um pouco temos a igreja do Livramento, com uma arquitetura desenquadrada.

uma vista diferente para a Rua Ivens



Não é nenhuma prisão, antes uma opção arquitetónica que os arquitetos que projetaram este edifício para o Grupo Blandy. Foi aplicado no empreendimento que construiu há alguns anos nos terrenos contíguos à Madeira Wine Company. Compreende apartamentos e zona comercial, com o centro comercial Galerias São Lourenço, do qual faz parte esta imagem, vista do primeiro andar dos estacionamentos públicos.
A artéria rodoviária que vemos à frente é a Rua Ivens. Pode ver-se ainda, à esquerda, a parte norte do Jardim Municipal.

só restam paredes e recordações doces da Felisberta



A enorme faixa esconde e disfarça as ruínas do edifício que outrora teve uma das mais emblemáticas confeitarias da cidade do Funchal, a Felisberta. O incêndio do verão de 2016 destruiu o pouco que restava e que poderia ligar ao tempo em deliciava todos que lá iam com os bolos existente de fazer crescer água na boca.
Durante muitos e muitos anos a confeitaria que tinha o emblemático armário ao centro onde se podia levantar a tampa e retirar os bolos foi-se degradando. E, nesse período, ninguém lhe restituiu a alma. Até houve quem idealizasse para aquele espaço outra utilização que cortava radicalmente a ligação histórica. Felizmente não foi em em frente numa terra em que se atropela a história sem ressentimentos.
Hoje, do antigo edifício só sobram as paredes. A que vemos aqui e outras interiores que definiam espaços. Daí que mesmo que alguém procure um encontro com o passado as ligações serão muito, muito ténues. De qualquer forma, seria interessante voltar a ter a Felisberta em toda aquela extensão porque uma metade, tanto quanto me recordo, tinha uma utilização diferente. Aliás, ainda se pode ver, apesar da destruição, a separação na parede frontal do edifício com entrada na Rua das Pretas.

a recuperação do edifício adormecido



Este edifício que se pode ver à esquerda está hoje a ser intervencionado. Durante muitos e muitos anos intrigou a razão do seu autêntico abandono devido à sua arquitetura mas, sobretudo, pela localização privilegiada, sobre o mar, ali mesmo atrás de um dos miradouros da zona da Barreirinha, em Santa Maria Maior. Felizmente estão a manter a matriz.

um hotel com grandes vistas



No cimo deste imenso casario está o hotel Quinta das Vistas, que tem uma vista soberba para a cidade. O hotel foi inaugurado em maio de 2002 e erguido onde antes estava uma quinta, do dr. Américo Durão. Curiosamente, apesar da unidade hoteleira de 5 estrelas ter sido feito pelo grupo de João Rodrigues, acabou por ser vendida ao atual proprietário, que também se chama Américo, mas com o sobrenome Gonçalves.
Dispõe de áreas comuns espaçosas e bem decoradas, vistosos terraços panorâmicos e cerca de 12 m2 de jardins centenários, com fontes, um lago com cisnes, um pavilhão e um mini campo de golfe com 9 buracos.
Tem 71 quartos em trĂŞs pisos, incluindo 3 suites jĂşnior, 4 suĂ­tes e uma suite presidencial.

contrastes na cidade



Recentemente coloquei aqui uma fotografia onde evidenciava unicamente a casa que mostro aqui à direita. Hoje apresento uma outra, moderna, que tira partido da localização privilegiada do local que referi no post anterior. A comparação entre as duas casas resulta num grande contraste em toda a linha.

uma casa no fundo



Com as novas estradas, como a saĂ­da da Cota 40, que as circundam, e a Rua de SĂŁo JoĂŁo, feitas há muitos anos em redor, estas casas acabaram por ficar num fundo. Evidenciam algum desgaste.

CajĂş Ă© um novo hotel na cidade



Neste conjunto edificado da cidade sobressai, pela arquitetura recente, uma construção onde está localizado o novo hotel Cajú, na Rua da Carreira.

aqui poderá surgir o Savoy Pelourinho



Conjunto de edifícios no Largo do Pelourinho. Evidencia-se o da Insular, adquirido recentemente por Avelino Farinha. Admite-se que o empresário venha a construir naquele amplo espaço um hotel de cidade com muito charme. A ser seguido este caminho será um Savoy, atendendo aos três hotéis que já tem com essa marca e mais um que está em construção, o Savoy Palace. Talvez o Savoy Pelourinho.

Capela de SĂŁo Paulo vai resistindo ao tempo



Entre o conjunto edificado que vemos nesta fotografia sobressai a abandonada Capela de SĂŁo Paulo, com entrada na Rua da Carreira. De notar a geometria incomum do edifĂ­cio que se encontra Ă  direita, depois do portĂŁo de acesso ao templo.